Festival Guarnicê divulga trabalhos selecionados para o VI Seminário Ciência Cine Guarnicê

SÃO LUÍS – A Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) e da Diretoria de Assuntos Culturais (DAC), divulga a lista de trabalhos selecionados para o VI Seminário Ciência Cine Guarnicê, que integra a programação da 49ª edição do Festival Guarnicê de Cinema. O evento será realizado entre os dias 24 e 26 de agosto de 2026, em formato híbrido.

Ao todo, foram selecionados 37 trabalhos de pesquisadores vinculados a instituições de ensino e pesquisa de diferentes estados brasileiros. As pesquisas contemplam os eixos Linguagem Audiovisual: história, técnica e arte; Crítica; e Memória, Patrimônio e Educação, abordando temas relacionados ao cinema, audiovisual, preservação da memória, patrimônio, crítica cinematográfica, educação e indústria criativa.

Confira os trabalhos selecionados:
Linguagem Audiovisual: história, técnica e arte
  • Trajetória da personagem Bella Baxter (Pobres Criaturas, 2023, dir.: Yorgos Lanthimos) pelo viés de referências cinematográficas – Carlos Eduardo Vieira Costa e Patrícia Azambuja.
  • A Experiência do Indivíduo nos espaços de circulação urbana: O cinema como linguagem de leitura da relação pessoa-cidade – Henrique Manoel Godinho Mamede Santos e Rose-France de Farias Panet.
  • A convivência como método: presença, intimidade e construção da imagem documental em Silêncio na Boiada – Nadir Olga Cruz, Talyene Cruz Melônio e Luiza Fernandes Coelho.
  • O retrofuturismo do steampunk: da distopia ao otimismo tecnológico na cinematografia – Ranaisy da Silva Santos e Patrícia Azambuja.
  • Das telonas aos quadris: o cinema como a gênesis do rock and roll em São Luís – Vitor Abrahão Pinheiro Galeski e Wagner Cabral da Costa.
  • O encontro entre Lázaro Ramos, Aldri Anunciação, Elísio Lopes Jr.: artistas baianos na escrita de Medida Provisória (2022) – Macivaldo Silva Santos e Milene de Cássia Silveira Gusmão.
Crítica
  • A estética do silêncio e da dor: o luto de um pai em “Angústia” (2016) – Angel Barbara Martins da Paz e Marcus Túlio Borowiski Lavarda.
  • Esculpir a Lembrança: O mythos e os afetos sobreviventes no roteiro autobiográfico Mama – Ayume Oliveira Guimarães.
  • Vestígios e negritude cuir Tinta Bruta (2018) – Bruno Penedo.
  • O conceito de “tu” implícito em Cidade de Deus: a câmera de Buscapé – Cadmiel Castro de Souza Junior.
  • A sombra imaterial e a fotografia: “A Negra de…”, “Fogo, Murro e Coice” e o lugar da sombra no preto e branco – Denis Carlos Rodrigues Bogéa e Lucas Victor Quaresma Barbosa.
  • O Documentário como instrumento de visibilidade das situações de racismo: uma análise de “Só por que eu sou preto? Relatos de Racismo” – Elizangela da Conceição de Almeida e Marcos Fábio Belo Matos.
  • As diversas faces da incompreensão: uma análise do curta “O Incompreendido” (2008) – Jeciane Chaves, Lívia Santos e Marcus Túlio Borowiski Lavarda.
  • Representações da Infância em risco no cinema maranhense: uma leitura de O Incompreendido (2008) – Lara Sofia Brito de Andrade Silva e Marcus Túlio Borowiski Lavarda.
  • Entre lápides e resistências: infância e luto no Sertão em Outras Américas, de Sebastião Salgado – Luana Santos, Sara Carvalho e Marcus Túlio Borowiski Lavarda.
  • A atuação como elemento de construção do suspense, do humor e do estranhamento em Catty Bete – Lucimarques Silva e Marco Túlio.
  • Um relicário em órbita: análise de Nada É (2014), de Yuri Firmeza – Pedro Artur Marques Aragão e Victor Leandro Medrado Azevedo.
  • Ausência como Narrativa em “Vela ao Crucificado” (2009), de Frederico Machado – Solange dos Santos Oliveira e Marcus Túlio Borowiski Lavarda.
  • Surrealismo e o caos como retrato da juventude queer na filmografia de Gregg Araki – Bruno Ferreira de Melo.
  • Entre o olhar e a floresta: uma análise na fotografia “Manda Asháninka”, de Sebastião Salgado – Edlene Sales Galeno e Marcus Túlio Borowiski Lavarda.
  • A experiência do luto pelo filho em “Acalanto” – Katherine Malaquias Martins e Marcus Túlio Borowiski Lavarda.
  • 50 anos do músico Stroszek: montagens e metamorfoses do trauma no cinema ficcional de Werner Herzog – Isabela Carolina Rossi.
Memória, Patrimônio e Educação
  • Memória, Patrimônio e Futuro: O Audiovisual Universitário como Resistência no Agreste Alagoano – Aldemir Barros da Silva Júnior, Gabriela Evelyn de Lira Tupinambá e Sarah Gabryelle Santos Moraes.
  • Perfil de Satisfação dos Participantes do Festival Guarnicê de Cinema – Edições 2024 e 2025 – Ângela Roberta Costa Lucas, Rosélis de Jesus Barbosa Câmara, Saulo Ribeiro dos Santos e Brenda Rodrigues Coelho Leite.
  • Quadros de memórias em três sertões: saber, poder e resistências cinematográficas – Auterives Maciel Júnior e Sérgio Franklin de Assis.
  • O documentário como método de pesquisa: Baile de Garagem e o projeto Groove 011 – Bianca Mafra Elia.
  • Um olhar sobre a preservação do curta-metragem no Brasil – Christian Jordino Antonio Ferreira Alves da Silva.
  • Fabulação, Memória e Oralidade no Processo Criativo de Somos Tereza – Danielle Bertolini da Silva, Andrea Ferraz Fernandez e Mario Cezar Silva Leite.
  • Cinematografia Tocantinense: uma pesquisa sobre suas obras e seu legado – Elisangela de Oliveira Dantas e Sérgio Ricardo Soares Farias Silva.
  • Relatos de Experiência do Projeto Cinema de Escola: Sons e imagens produzidos por estudantes em Manaus – George Augusto Silva de Menezes.
  • Redes e territórios: o cinema latino-americano no coração do Brasil – Giulia Medeiros e Aline Wendpap.
  • Projeto Cine Debate – Isidoro Cruz Neto e Tarciso Melo Ferreira.
  • Lina e Glauber: Performance e Sentido – Lucila Machado Campiglia.
  • Cartografias precursoras do cinematógrafo no Brasil e em São Luís: da diversão à apropriação para a instrução escolar moderna – Monica Rodrigues de Farias.
  • A produção audiovisual maranhense no Festival Guarnicê de Cinema (1977–2025): os catálogos oficiais como fonte documental – Rosélis de Jesus Barbosa Câmara, Saulo Simões da Silva e Terezinha de Fátima Vale Porto Smith.
  • Portal Patrimônio Capixaba: divulgação e democratização do acesso ao patrimônio cultural do Espírito Santo por meio de uma plataforma digital educativa – Thais Helena Leite, Ediane Paganini Covre e Douglas Bonella da Silva.
  • Entre a cena e a película Super-8: a presença de mulheres nas produções experimentais piauienses – Clara Maria Cavalcante Redusino e Nilsângela Cardoso Lima.
  • Modos de fazer, distribuir e exibir longas-metragens no Maranhão: o caso Erlanes Duarte – Andréia de Lima Silva.
Rolar para cima