Durante um churrasco no quintal, nove irmãs migrantes relembram décadas de trabalho doméstico em Alphaville/SP. Entre documentário e ficção, “Como se eu fosse da família” constrói um retrato afetivo e político sobre migração, trabalho e herança colonial, atravessando gerações a partir do olhar de Vita Pereira.
Vita Pereira e Stheffany Fernanda
Well Amorim
Klaus Rossatti
Ione Maria
Fred Pedrosa - Músicas Cai Sereno - Dimas e Seus Teclados Intérpretes - Dimas Composição - Dimas A coruja e a Cotia - Dimas e Seus Teclados Intérpretes - Dimas Composição - Dimas Nome - Diaristas Da Vida Composição - Senna, Kimba, Japa, Mayke e Cazuza. Produção Musical - FJ e Mello. Estúdio (Música) - AF!RMA Estúdio (Finalização de Áudio) - Noise Gate e Estúdio João Godoy Estúdio (Acessibilidade) - Deck9 record’s
Laís Vallina
Elenco Principal - Romilda Pereira, Renilda Pereira, Railda Pereira, Mercia Pereira, Márcia Pereira, Merciany Pereira e Edileuza Pereira. Elenco de Apoio - Família Pereira,
Gabriel Gomes (Agente de Distribuição)
Produção Executiva - Pedro Miosso e Thainara Pereira. Direção de Produção - Vinícius Gomes e Charles Giacon
Vita Pereira
Vita Pereira, multiartista do Ekê, é formada em Edificações pelo ITB, Pedagogia (UNESP), Teatro (Senac) e Cinema (INC). Com o premiado "Perifericú" (2019), Picumã (2020) e o recente "Futebol de Várzea: Atlético Maria Helena" (2024), sua filmografia impacta festivais nacionais e internacionais. Em 2026, estreia três projetos autorais como diretora, roteirista e atriz: o curta "Quando abandonamos a humanidade" (2026) e os documentários "Como se fosse da família" (2026) e "O Ekê é nosso" (2026).